E enquanto
torram o nosso dinheiro,
as pessoas
vão morrendo à míngua.
Domingo, um
idoso, Cesário Dias de Lima, morreu depois de esperar
mais de sete
horas
dentro de uma ambulância na porta do Hospital de Pronto-Socorro Municipal. Ontem
à tarde, a deficiente auditiva Cláudia Angélica Silva Santos, 23 anos, morreu
depois de esperar por quase uma hora e meia também dentro de uma ambulância em
frente ao Hospital Camilo Salgado.
Ora, se é para morrer dentro de uma ambulância,
que se morra em casa.
Vida e cidadania foram pro beleleu.
Vida e cidadania foram pro beleleu.
(*) com informações do O Liberal-PA
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