A boa vida dos servidores e juízes que usavam carros oficiais
até para para deixar filhos no colégio, acabou.
O uso para fins pessoais, especialmente por juízes
auxiliares, levou a diretoria-geral do Supremo Tribunal Federal a
distribuir um ofício no qual lembra que os motoristas da Corte não são
contratados para levá-los a bares, restaurantes ou shoppings.
Também não
podem ser usados para carregar as compras de supermercado feitas pelos
magistrados ou para buscar seus filhos na escola.
Um dos motoristas, que pediu para não ser identificado, afirmou:
- Já tive que aguardar um dotô juiz fazer compras no supermercado e depois deixar ele em casa! .
Em outra ocasião, sentenciou:
- Tive que buscar o filho de um na escola!
[Com informações do O Estado de S. Paulo]
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