Numa cidade lá do sertão, um prefeito daqueles bem bandidos, mandava e desmandava na cidade e vivia enfiando a mão nos cofres públicos do lugarzinho.
A zona da cidade ficava numa rua sem calçamento. Era só dar uns pinguinhos dágua e juntava aquele barro. Quando o prefeito ia lá, as meninas da casa pediam o asfalto.
Na hora do bem-bom ele prometia resolver o problema e depois, nada. Então, elas resolvem mandar uma carta pra ele, tentando explicar que, embora prostitutas, têm preservados todos os seus direitos de cidadãs e reivindicam o tal asfalto. Maria Formosa começou a escrever:
-Sua santidade, sr. Prefeito...
Uma delas se invocou:
A zona da cidade ficava numa rua sem calçamento. Era só dar uns pinguinhos dágua e juntava aquele barro. Quando o prefeito ia lá, as meninas da casa pediam o asfalto.
Na hora do bem-bom ele prometia resolver o problema e depois, nada. Então, elas resolvem mandar uma carta pra ele, tentando explicar que, embora prostitutas, têm preservados todos os seus direitos de cidadãs e reivindicam o tal asfalto. Maria Formosa começou a escrever:
-Sua santidade, sr. Prefeito...
Uma delas se invocou:
-Mulher, prestenção, essa porcaria lá é santidade!
Pegou a caneta do fiado e mandou ver:
Pegou a caneta do fiado e mandou ver:
-Querido filho...
No dia seguinte, as obras começaram.
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