Durante a transmissão do
jogo na Arena Mané Garrincha, pela TV,
um jornalista fez as contas e constatou: o governo de Brasília preferiu torrar nada menos de R$ 1,6 bilhão na
construção do mais caro estádio
desportivo do mundo.
Ficou constatado que
com o dinheiro gasto no novo estádio, poderiam ter sido construídas 446
clínicas de Saúde da Família, ou 20 mil casas populares, ou 244 terminais
rodoviários. Outra conta é mais assustadora: poderia ser comprados três mil motos e 10 helicópteros Robinson 44
para a Segurança Pública, 10 mil aparelhos de ar-condicionado e ainda papocasse
R$ 100 milhões na ampliação do Programa Saúde da Família, que ainda sobraria quase um R$ bilhão.
O resto poderia
mudar em boa parte o triste estado de indigência em que se encontram os
serviços públicos de educação, saúde e segurança.
Os hospitais estão sucateados
e os cidadãos enfrentam filas em buscas de uma consulta ou de um tratamento,
enquanto as escolas caem aos pedaços e a Polícia, apesar de ser a mais bem paga
do País, não consegue conter o aumento acentuado da criminalidade.
E viva o Brasil!
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