Houve um tempo em que as crianças acreditavam em Papai Noel.
E eu lembro, manhã seguinte, a criançada mostrando seu brinquedo.
Eu sempre ganhava carrinhos de bombeiros,
bola, jogos e, imaginem, carrinhos carregados de areia,
Éramos felizes longe das amarras dos preconceitos, Invejas e outras mazelas.
A verdade é que crescemos.
Mas sem perder o espírito jovem.
E foi nesse tempo em que conheci Francisco Policarpo.
Hoje, vejo que as amizades de hoje são feitas de interesses.
Naquele tempo, a inocência da infância predominava.
E ao rever o amigo hoje médico conceituado,
só me resta dizer:
Parbéns, cara!,
Vou tomar uma cervejinha por você.
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