quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Poilcarmo Quaresma

Houve um tempo em que as crianças acreditavam em Papai Noel.

E eu lembro, manhã seguinte, a criançada mostrando seu brinquedo.

Eu sempre ganhava carrinhos de bombeiros,

bola, jogos e, imaginem, carrinhos carregados de areia,

Éramos felizes longe das amarras dos preconceitos, Invejas e outras mazelas.

A verdade é que crescemos.

Mas sem perder o espírito jovem.

E foi nesse tempo em que conheci Francisco Policarpo.

Hoje, vejo que as amizades de hoje são feitas de interesses.

Naquele tempo, a inocência da infância predominava.

E ao rever o amigo hoje médico conceituado,

só me resta dizer:

Parbéns, cara!,

Vou tomar uma cervejinha por você.


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