quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Mortes na ambulância



E enquanto torram o nosso dinheiro,

as pessoas vão morrendo à míngua.

Domingo, um idoso, Cesário Dias de Lima, morreu depois de esperar mais de sete horas dentro de uma ambulância na porta do Hospital de Pronto-Socorro Municipal. Ontem à tarde, a deficiente auditiva Cláudia Angélica Silva Santos, 23 anos, morreu depois de esperar por quase uma hora e meia também dentro de uma ambulância em frente ao Hospital Camilo Salgado.

Ora, se é para morrer dentro de uma ambulância,

que se morra em casa.
Vida e cidadania foram pro beleleu.

 (*) com informações do O Liberal-PA

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