Era um empresário respeitado.
Casado, não tinha filhos.
Pouco acontecia no
mundo da grafinagem.
Tinha uma bela mulher, mas sempre saía só.
E parava seu carro próximo a um posto,
Onde abria a porta do seu carro para um traveco.
O frentista do posto quis fazer chantagem.
-Dotô, ou o senhor
considera aí a gente com uma grana, ou sua mulher vai ficar sabendo.
Resolveu abandonar os travecos.
E assumiu seu romance com o frentista:
-Para sempre e sempre, amém!
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