Dona Cilene, depois de esperar por uma semana, na porta de um dos maiores hospitais de Brasília, por uma vaga na UTI e por um neurologista para socorrê-la, morreu sem atendimento.
O próprio diretor do hospital anunciou, na TV, que ela ia morrer.
Mas como é que pode?
Podendo.
Dona Jucilene era pobre.
Morava numa casa em que ainda se bebia água do pote, pelo interior brabo.
Mas, pouco depois um avião UTI da Ícaro Táxi Aéreo decolaval levando um deputado para atendimento médico em São Paulo.
Só o vôo custou R$ 38.200,00 aos contribuintes, entre os quais aquela mulher.
Quanto a Dona Cilene, os vizinhos est/ao fazendo uma cora para comprar um caixão.
Talvez nem vela tenha.
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